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Manual aberto · gratuito · sem cadastro

Manual do Arborista

Na voz do Daniel, da 3X3 — liberado por fases. Já estão no ar 29 faixas (1 h 56 min) e as próximas estão em produção: 98 espécies urbanas, 62 pragas e doenças, poda, escalada e rigging, técnicas de corte, risco, plantio e legislação. Para ouvir no carro, no caminho da obra ou estudando, com o texto e as fotos na tela.

Parte 2 · Espécies das cidades brasileiras · Nativas de flor e de sombra

Oiti

Moquilea tomentosa
Ficha de espécie · em produção
Faixa em produção

Sombra perene de altíssima qualidade, frutos que fermentam na calçada e excesso de plantios: onde o oiti ainda cabe e como podá-lo.

Estamos narrando o Manual do Arborista inteiro na voz do Daniel, da 3X3, e liberando por fases. Esta faixa ainda está sendo gravada.

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Sumário

Mostrando só as faixas que já estão no ar, na voz do Daniel. As outras estão em produção.

•Abertura1 faixa · no ar 2 min
  1. Como usar este manualQuase quinze horas de conteúdo técnico para ouvir no carro: como o manual funciona e por onde começar. 2 min
1Identificação no campo7 faixas · em produção
  1. O olhar do arborista: silhueta e troncoDa espécie dependem diagnóstico, poda e enquadramento legal. Leia a silhueta a 30 metros, depois casca, acúleos e exsudato. em produção
  2. Folhas, flores, frutos, palmeiras e coníferasA gema axilar separa folha simples de composta; o calendário de floração separa ipês. Folha, flor, fruto, palmeiras e coníferas. em produção
  3. Glossário morfológico essencialAcúleo sai sem rasgar o lenho; espinho não sai. Os termos de campo de tronco, exsudato, folha, flor, fruto e palmeira. em produção
  4. Chave dicotômica, parte 1Látex branco e estípula cônica levam aos Ficus no passo cinco. Passos um a onze: palmeiras, coníferas e folhas compostas. em produção
  5. Chave, parte 2, e assinaturas de famíliaEucalipto adulto pode ter folha alterna e despistar a chave. Passos doze a dezesseis e as assinaturas de campo de cada família. em produção
  6. Espécies que se confundemAroeira-salsa tem de 15 a 41 folíolos finos; a pimenteira, de 5 a 11 largos. Como separar os pares de espécies mais confundidos. em produção
  7. Método prático de campoAplicativos erram em ipês, Ficus e eucaliptos. Dez passos de campo, oito fotos padronizadas e onde conferir o nome aceito. em produção
2Espécies das cidades brasileiras98 faixas · em produção
  1. Ipê-amarelo Handroanthus chrysotrichusMadeira densa e queda de galhos rara, mas copa que não se recupera de poda drástica: pelos cor de ferrugem, plantio e condução cedo. em produção
  2. Ipê-roxo Handroanthus impetiginosusPara a Embrapa é ipê-rosa, para o viveiro é ipê-roxo: flores roxas de garganta amarela, folíolos lisos e nada de rebaixamento. em produção
  3. Ipê-rosa Handroanthus heptaphyllusAté 35 metros na mata e sete folíolos serreados: como separar do ipê-roxo, quanto espaço reservar e por que não rebaixar. em produção
  4. Ipê-branco Tabebuia roseoalbaFloradas de quatro dias em até três ondas: o ipê de três folíolos e copa estreita, fácil de conduzir, que não tolera solo encharcado. em produção
  5. Quaresmeira Pleroma granulosumFlores na ponta dos ramos e madeira que apodrece rápido: duas floradas, poda só depois da flor e declínio entre 25 e 40 anos. em produção
  6. Manacá-da-serra Pleroma mutabileTrês cores na mesma copa e o melhor do grupo sob fiação, mas cortes acima de 5 centímetros apodrecem e a vida na calçada é curta. em produção
  7. Pata-de-vaca Bauhinia forficataUm par de espinhos em cada nó separa a nativa da Bauhinia variegata invasora: uso sob rede, fuste conduzido e espinhos fora do alcance. em produção
  8. Sibipiruna Cenostigma pluviosumA mais frequente de São Paulo e raiz que levanta até asfalto: como formar o fuste, onde plantar e o que inspecionar após temporais. em produção
  9. Pau-ferro Libidibia ferreaTronco de camuflagem, madeira densa e mais de cem anos de vida: raízes que levantam calçada e muda que pede tutor duplo. em produção
  10. Pau-brasil Paubrasilia echinataÁrvore Nacional e em perigo de extinção: acúleos, casca que revela vermelho e por que nenhum corte acontece sem autorização. em produção
  11. Canafístula Peltophorum dubiumAté 40 metros na mata e copa de até 18: a canafístula de flores amarelas no verão pede espaço, fuste formado cedo e atenção às uniões. em produção
  12. Aleluia Senna multijugaFlores com as cigarras e galhos que quebram com frequência: a pioneira de vida curta que faz a transição enquanto as longevas crescem. em produção
  13. Mulungu Erythrina speciosaFlores vermelhas no inverno, sementes tóxicas e madeira que apodrece em cortes de 3 centímetros: maneje pela base e longe de escolas. em produção
  14. Paineira Ceiba speciosaBarriga de mais de 2 metros, acúleos e paina que entope calhas: a paineira pede calçada de 4 metros ou, melhor, uma praça. em produção
  15. Jequitibá-rosa Cariniana legalisAté 60 metros e em perigo de extinção: a maior árvore nativa da Mata Atlântica, para parques, com formação cedo e intervenção mínima. em produção
  16. Jatobá Hymenaea courbarilVagens de até 300 gramas caindo de 20 metros: folha em tesoura, madeira firme e o cuidado de plantar longe de carros e pessoas. em produção
  17. Cedro-rosa Cedrela fissilisCheiro de alho na folha, broca no ponteiro e status de vulnerável: como reconhecer, plantar misturado e refazer o líder cedo. em produção
  18. Angico-branco Anadenanthera colubrinaForquilhas com casca inclusa e gomose: o angico de folhas finíssimas tem madeira densa, mas exige condução intensa quando jovem. em produção
  19. Copaíba Copaifera langsdorffiiÓleo-resina que protege as feridas, não gomose: a copaíba é longeva e de baixo risco, desde que conduzida por vários anos. em produção
  20. Guapuruvu Schizolobium parahybaCresce até 6 metros por ano e derruba galhos mesmo sem vento: ótimo para restauração, inadequado perto de pessoas e carros. em produção
  21. Tamboril Enterolobium contortisiliquumCopa em guarda-chuva de até 25 metros, raízes que levantam pisos e frutos tóxicos ao gado: só para praças amplas e parques. em produção
  22. Peroba-rosa Aspidosperma polyneuronMais de mil anos de vida e nenhuma rebrota de toco: a peroba-rosa ameaçada se forma cedo e depois se poda pouco. em produção
  23. Guanandi Calophyllum brasilienseA primeira madeira de lei do Brasil: látex amarelo, nervuras paralelas finíssimas e frutos que escorregam na calçada. em produção
  24. Sapucaia Lecythis pisonisFrutos de até 2 quilos caindo de até 25 metros: brotação rosa, flores lilases e o motivo de a sapucaia ficar longe das calçadas. em produção
  25. Aroeira-salsa Schinus molleCopa chorona até perto do chão e folha com cheiro de pimenta: a aroeira do Sul que pede fuste conduzido e copa levantada junto às vias. em produção
  26. Aroeira-pimenteira Schinus terebinthifoliaFonte da pimenta-rosa e de dermatite no podador: raque alada para identificar, fuste conduzido cedo e EPI obrigatório. em produção
  27. Oiti Moquilea tomentosaSombra perene de altíssima qualidade, frutos que fermentam na calçada e excesso de plantios: onde o oiti ainda cabe e como podá-lo. em produção
  28. Ingá Inga edulisVagens de até 1 metro, copa larga e raiz superficial: o ingá é sombra para praças e córregos; na calçada, prefira o Inga laurina. em produção
  29. Embaúba Cecropia pachystachyaTronco oco por natureza e cheio de formigas: a pioneira que serve à fauna em parques, nunca à calçada, e pede equipe protegida. em produção
  30. Dedaleiro Lafoensia pacariFruto em forma de dedal, copa estreita e raiz sem histórico de dano: árvore de rua rústica, boa para trocar espécies sob a rede. em produção
  31. Mirindiba Lafoensia glyptocarpaFormigas na ponta da folha, brotação rosada e flores que duram uma noite: uma das nativas mais bem avaliadas nas ruas de São Paulo. em produção
  32. Alecrim-de-campinas Holocalyx balansaeCopa quase negra e uma das melhores sombras nativas do Sudeste: cresce devagar, vive mais de cem anos e quase não pede manutenção. em produção
  33. Amendoim-bravo Pterogyne nitensFolíolos alternos, frutos alados limpos e um nome que confunde com erva daninha: boa árvore de rua, se formada nos primeiros cinco anos. em produção
  34. Pau-mulato Calycophyllum spruceanumTronco acobreado que troca de casca todo ano: árvore amazônica de grande porte, para áreas amplas e úmidas, com pouca poda. em produção
  35. Munguba Pachira aquaticaFlores noturnas em pincel e frutos de até 1,5 quilo: ótima em praças e áreas alagáveis, perigosa sobre quem circula. em produção
  36. Sombreiro Clitoria fairchildianaCopa em guarda-sol, flores roxas e raiz que destrói calçadas: grande sombra para praças, se formada cedo e com espaço para a raiz. em produção
  37. Corticeira-do-banhado Erythrina crista-galliSímbolo gaúcho de flor vermelho-coral: pequena e compatível com a fiação, mas de madeira quebradiça e dependente de solo úmido. em produção
  38. Figueira-branca Ficus guaranitica (e Ficus luschnathiana — grupo tratado em conjunto)Raiz que rompe fundações a dezenas de metros: as figueiras nativas são monumentos para parques, com 10 metros de raio livre. em produção
  39. Aroeira-do-sertão Myracrodruon urundeuvaCorte restrito por portaria do IBAMA, casca preta em xadrez e madeira duríssima: robusta para calçadas largas, mas de crescimento lento. em produção
  40. Samaúma Ceiba pentandraA maior árvore do paisagismo brasileiro: sapopemas gigantes, paina inflamável e raiz que exige 15 metros de raio livre. em produção
  41. Pitangueira Eugenia unifloraRaiz pivotante pouco agressiva e lugar nas listas de plantio sob fiação: uma das frutíferas mais seguras para calçada estreita. em produção
  42. Jabuticabeira Plinia caulifloraVive mais de cem anos e floresce no próprio tronco: por isso a poda certa raleia a copa para o sol chegar à casca. em produção
  43. Goiabeira Psidium guajavaO nematoide-das-galhas mata a goiabeira sem cura prática; na calçada, a queda de frutos e as moscas-das-frutas pesam contra. em produção
  44. Jenipapo Genipa americanaTolera encharcamento e lençol alto, mas solta frutos de até 400 gramas: jenipapo é para perto da água e longe da circulação. em produção
  45. Cajueiro Anacardium occidentaleA castanha crua é cáustica e alergênica: no cajueiro, luva é obrigatória, a poda é mínima e sempre em tempo seco. em produção
  46. Pequi Caryocar brasilienseEm Minas, cortar pequizeiro exige autorização específica, e poda drástica pode virar crime ambiental: intervenção mínima e documentada. em produção
  47. Mangueira Mangifera indicaRaízes que rompem calçadas e muros, mangas de até mais de um quilo e a seca-da-mangueira: só em área ampla, nunca na calçada. em produção
  48. Abacateiro Persea americanaUma das frutíferas que mais perdem galhos em ventania, com raiz nos primeiros 60 centímetros: lugar de abacateiro é quintal. em produção
  49. Jambolão Syzygium cuminiRaiz entre as mais destrutivas para calçadas e galhos que racham na inserção: o jambolão é invasor e deve ser substituído aos poucos. em produção
  50. Jambeiro Syzygium malaccenseFlores magenta no tronco formam um tapete rosa no chão; a copa cônica alcança a fiação, por isso o lugar é quintal e praça. em produção
  51. Amoreira Morus nigraRamos que crescem até 2 metros por ano, raiz que invade tubulação e frutos que mancham: amoreira no quintal, nunca na calçada. em produção
  52. Tamarindo Tamarindus indicaVive mais de cem anos e cresce devagar, então um erro de poda dura anos: conduza o tamarindo certo enquanto jovem. em produção
  53. Jaqueira Artocarpus heterophyllusFrutos de até 40 quilos presos ao tronco, que a poda de copa não resolve: a jaqueira é invasora e não deve ser plantada. em produção
  54. Abiu Pouteria caimitoNativo, de raiz comportada e fruto leve: o abiu substitui bem o jambolão e é das frutíferas mais fáceis de conviver. em produção
  55. Abricó-do-pará Mammea americanaFruto de até 2 quilos caindo de 15 metros: no abricó-do-pará, o problema não é o galho, e capacete é obrigatório na safra. em produção
  56. Bacurizeiro Platonia insignisLátex amarelo-gema, galhos em andares e raiz que rebrota quando cortada: o bacurizeiro pede espaço, não conserto de calçada. em produção
  57. Cajá-manga Spondias dulcisGalhos inteiros quebram com vento moderado e até sem vento sob carga de frutos: cajá-manga só onde não há gente embaixo. em produção
  58. Cajazeira Spondias mombinNativa valiosa, mas de galhos que partem no meio do vão e podem estar ocos: cajazeira é para praça e parque, não calçada. em produção
  59. Fruta-pão Artocarpus altilisFolhas de até 75 centímetros e frutos de 1 a 3 quilos caindo de 10 a 15 metros: fruta-pão é árvore de quintal. em produção
  60. Grumixama Eugenia brasiliensisRaiz sem registro de dano à calçada e poda quase dispensável: nativa ideal para substituir jambolões em calçadas médias. em produção
  61. Lichia Litchi chinensisÁrvore de quintal que cresce além do esperado, até 20 metros e copa de 15: a lichia pede contenção logo após a safra. em produção
  62. Nogueira-pecã Carya illinoinensisGalhos grossos podem cair sem vento numa tarde quente: na nogueira-pecã, nada de carro estacionado sob a copa no calor. em produção
  63. Pitombeira Talisia esculentaMadeira pesada e resistente, mas galhos feridos pela colheita com vara quebram e apodrecem: poda leve logo após a safra. em produção
  64. Sapoti Manilkara zapotaMadeira que pesa quase o dobro da de outras frutíferas e látex em todo corte: no sapoti, dimensione o rigging e use EPI. em produção
  65. Araucária Araucaria angustifoliaEspécie em perigo, que morre se perder o ponteiro e solta pinhas de até 5 quilos: nunca se toca sem autorização ambiental. em produção
  66. Açaí Euterpe oleraceaCada estipe tem uma única gema, e cortá-la mata: açaí se maneja tirando cachos e perfilhos, só em clima quente e úmido. em produção
  67. Carnaúba Copernicia pruniferaTolera seca e alagamento e não estraga calçada; o trabalho é tirar a saia com luva de raspa, e o corte tem restrição estadual. em produção
  68. Jerivá Syagrus romanzoffianaA palmeira nativa mais plantada do Sul e do Sudeste: a medida-chave contra a queda de coquinhos é a ronda semestral de cachos. em produção
  69. Coqueiro Cocos nuciferaCocos de até 2 quilos caindo de até 25 metros já mataram: coqueiro em via pública só com retirada de cachos a cada 30 a 60 dias. em produção
  70. Palmeira-imperial Roystonea oleraceaDescende da Palma Mater de 1809 e solta folhas de 10 a 20 quilos de até 30 metros sem aviso: afastamento e plano de altura. em produção
  71. Palmeira-leque-da-china Livistona chinensisEspinhos ao alcance do pedestre e status de invasora: a livistona é palmeira de jardim, com limpeza feita com EPI de couro. em produção
  72. Palmeira-de-saia Washingtonia robustaSaia seca inflamável que abriga ratos e escorpiões e já soterrou trabalhadores: limpe todo ano, sempre de cima para baixo. em produção
  73. Dendezeiro Elaeis guineensisCachos de até 25 quilos, espinhos que atravessam luva comum e status de invasor: no dendezeiro, a proteção é não estar embaixo. em produção
  74. Jacarandá-mimoso Jacaranda mimosifoliaApesar do nome, não é brasileiro, e a folha oposta o denuncia: o jacarandá-mimoso pede espaço, condução cedo e cortes pequenos. em produção
  75. Resedá Lagerstroemia indicaFloração de até 120 dias, raiz que não quebra piso e lugar sob a fiação: desde que a poda não decepe todos os ramos. em produção
  76. Chuva-de-ouro Cassia fistulaCachos amarelos de até 50 centímetros e vagens pretas de até 60, de polpa laxante: bela, mas longe de ponto de ônibus. em produção
  77. Escova-de-garrafa Callistemon viminalisCabe em calçada de 1,5 metro e sob fiação, mas não rebrota de ramo sem folhas: encurte sempre até um lateral com folhagem. em produção
  78. Plátano Platanus × acerifoliaRaiz que levanta asfalto e pelos que provocam asma: o plátano pede 8 metros de afastamento e óculos e máscara P2 na poda. em produção
  79. Chorão Salix babylonicaRaiz que invade esgoto, madeira que solta ramos e vida de menos de 40 anos: chorão só à beira de lago, a 10 metros de tubulação. em produção
  80. Tipuana Tipuana tipuRaiz que levanta asfalto e madeira leve e frágil: a tipuana não se planta em calçada, e as existentes pedem inspeção anual. em produção
  81. Flamboyant Delonix regiaPernadas inteiras caem sem aviso em flamboyants velhos, e o cupim é a principal causa de remoção em laudos urbanos. em produção
  82. Espatódea Spathodea campanulataAbelhas mortas nas flores caídas e galhos que caem sem tempestade: a espatódea está entre as cem piores invasoras do mundo. em produção
  83. Magnólia-amarela Magnolia champacaPerfume forte e boa estrutura, mas invade florestas: em Santa Catarina, plantar a magnólia-amarela é proibido. em produção
  84. Grevílea Grevillea robustaUma das que mais quebram galhos em vendavais no Sul e no Sudeste, e a serragem dá dermatite: EPI completo na poda. em produção
  85. Chapéu-de-sol Terminalia catappaRaízes que levantam calçadas e muros e invasão de restingas e manguezais: o chapéu-de-sol não serve para novos plantios. em produção
  86. Pata-de-vaca (exótica) Bauhinia variegataFloresce no inverno quase sem folhas e aceita bem a poda; sem flor, procure espinhos nos ramos: só a pata-de-vaca nativa os tem. em produção
  87. Nim Azadirachta indicaSombra rápida, mas invade a Caatinga, afeta abelhas e tem óleo tóxico a crianças: o nim não deve ser plantado. em produção
  88. Leucena Leucaena leucocephalaSobrevive a corte raso repetido e deixa sementes no solo por décadas: a leucena só cabe em programa de supressão. em produção
  89. Ligustro Ligustrum lucidumJá foi a árvore de rua dominante em Curitiba e Porto Alegre; hoje tem plantio vedado em três estados do Sul. em produção
  90. Cinamomo Melia azedarachPoucos frutos podem ser graves para crianças, e a madeira oca cedo: perto de escolas, o cinamomo é prioridade de remoção. em produção
  91. Uva-japonesa Hovenia dulcisLivre de pragas no Sul, o que ajuda seu sucesso invasor: a uva-japonesa avança sobre a Floresta com Araucária. em produção
  92. Casuarina Casuarina equisetifoliaNão é pinheiro, invade restingas e dunas e tomba inteira pelo colo em ressacas: a casuarina não deve ser plantada. em produção
  93. Figueira-benjamina Ficus benjaminaVendida como arvoreta, vira árvore de até 20 metros com raízes extremamente agressivas; vários municípios a proíbem em calçadas. em produção
  94. Figueira-lacerdinha Ficus microcarpaGermina em muros e viadutos, estrangula outras árvores e destrói calçadas e redes: um legado a gerir, não a replicar. em produção
  95. Algaroba Prosopis julifloraRebrota do toco, do colo e das raízes e forma bosques de uma só espécie: a algaroba invade baixios e rios da Caatinga. em produção
  96. Acácia-negra Acacia mearnsiiSustenta o tanino gaúcho, mas invade campos, vive pouco e sofre de gomose sem cura prática: fica fora da arborização. em produção
  97. Eucalipto Eucalyptus spp. (foco: E. grandis, E. camaldulensis) e Corymbia citriodoraGalhos grandes caem sem aviso, mesmo sem vento: no eucalipto herdado, afastar pessoas da zona de queda vale mais que podar. em produção
  98. Pinus Pinus elliottii (cite também P. taeda)Sementes que o vento leva a centenas de metros fazem do pinus um dos piores invasores de restingas e campos do Sul. em produção
3Poda11 faixas · em produção
  1. Normas e compartimentalizaçãoA árvore não cicatriza: isola a ferida em quatro paredes. As normas da poda e o modelo CODIT, da parede mais fraca à mais forte. em produção
  2. Colar, brotação e respostas por grupoRebrota vigorosa após poda drástica não é saúde, é consumo de reservas. Crista, colar e a resposta de cada grupo à poda. em produção
  3. Tipos, limites e poda de raízesNo máximo 25 por cento da copa viva por ciclo em árvore adulta. Os nove tipos de poda, os limites por corte e a poda de raízes. em produção
  4. Técnica do corteRamo que não se segura com uma mão pede três cortes. Corte de remoção e de redução, oito erros e por que não pintar feridas. em produção
  5. Época de podaPodas programadas em abril e maio poupam ninhos, diz o Manual de São Paulo. Fenologia, chuvas, região e quando a época não manda. em produção
  6. Poda por fase de vidaCorte de 1 a 3 centímetros na árvore jovem evita um de 20 depois. Formação, prioridades na adulta e poda mínima na veterana. em produção
  7. Poda junto a redes elétricas418 acidentes e 267 mortes com redes aéreas em atividades como poda, na CPFL em 2023. Zonas da NR 10, quem pode podar e como. em produção
  8. Palmeiras e ferramentas de corteRemover folha baixa amarelada pode matar a palmeira. Regras de palmeiras, ferramenta por diâmetro e motosserra na NR 12. em produção
  9. Escalada, rigging e EPIA peça nunca vai na ancoragem do escalador, e cada peça trabalha dentro da sua carga de trabalho. Escalada, rigging, EPI e NR 35. em produção
  10. Segurança da área e erros comunsCerca de metade das árvores com poda drástica em Luiziana tinha pragas ou doenças. Seis cuidados com a área e treze erros comuns. em produção
  11. Verificações antes e depois da podaDez verificações antes de começar e sete ao terminar: autorização, rede, NR 35, cortes, percentual removido e registro. em produção
4Escalada, técnicas verticais e rigging29 faixas · 17 no ar
  1. Quem cai e por quêNos Estados Unidos, 93 mortes por ser atingido contra 50 por queda. O que mata no trabalho em árvore e por que ninguém sobe sozinho. 7 min
  2. As regras no Brasil e lá foraAcima de 2 metros, vale a NR 35, mas os anexos de corda e ancoragem excluem a arboricultura. O que vale no Brasil, nos EUA e no Reino Unido. em produção
  3. Cadeirinha e cordaA corda de escalada precisa de 24 quilonewtons, e a cadeirinha não é cinto antiqueda. O que pedir de cada uma e quando aposentar. em produção
  4. Mosquetões, talabarte, capacete e o restoAtravessado, um mosquetão da classe T cai de 20 para 7 quilonewtons. Conectores, talabarte de aço, capacete, protetor de câmbio e polias. em produção
  5. Antes de subirA linha de arremesso rompe com cerca de 110 quilos: leva a corda, nunca o corpo. Inspeção da árvore, ponto de ancoragem, zona e resgate. em produção
  6. Corda dobrada: DdRT e MRSNa corda dobrada sua mão puxa dois metros por metro subido, e o galho, parado, recebe cerca de uma vez o seu peso. No movimento, mais. em produção
  7. Corda simples: SRT e SRSAncorada na base, a corda simples põe o dobro do seu peso no galho, com pico de 2,7 vezes na subida em produção
  8. Subir, se mover e cortar lá em cimaQuinze metros de queda: a motosserra cortou o único talabarte. Subida, redirecionamento e as regras da serra na copa em produção
  9. Nós de fricçãoUm Prusik de 10 milímetros segurou 2.223 quilos em corda nova e só 1.297 em corda de 18 meses, molhada e suja em produção
  10. Nós de amarração e o preço de cada umUm oito come de 20 a 30 por cento da corda, mas no teste de rigging de Kane o tipo de corda explicou 88 por cento da diferença nas rupturas em produção
  11. Rigging: a física100 quilos de madeira com o freio travado põem perto de 1,3 tonelada no bloco. A conta de bolso para saber antes de cortar. 7 min
  12. Rigging: a técnica e a equipeUma volta no Port-a-Wrap controla cerca de 150 quilos de peça. Freio, ponto, amarração, comando e resposta: o rigging é feito em equipe. em produção
  13. Resgate e suspensão inertePendurado e imóvel, houve quase desmaio a partir de 13,4 minutos. Plano de resgate, quem sobe para buscar e por que a vítima fica deitada. 8 min
  14. Abelhas e vespas na árvoreEm 2023, abelhas causaram mais acidentes que cobras no Brasil. Como reconhecer o ninho antes de subir, o que diz a lei e o que fazer num ataque. 10 min
  15. Que abelha é essa? A chave das quatro dicasUm tubinho de cera amarelada no tronco é a porta da jataí. Tamanho, corpo, comportamento e entrada: quatro dicas para reconhecer a abelha sem tocar no ninho. 6 min
  16. Abelha africanizada Apis melliferaTem ferrão e ataca em massa: barulho, vibração e motosserra perto do ninho são o gatilho. Pare o motor e chame o 193. 1 min
  17. Jataí Tetragonisca angustulaTubinho de cera amarelada na fresta e guardas paradas no ar: a nativa mais comum nas cidades. 1 min
  18. Iraí Nannotrigona testaceicornisTubo de cera escura e antenas alaranjadas: uma das nativas mais mansas. 1 min
  19. Mirins Plebeia spp.As menores: entrada de menos de 1 centímetro, quase transparente, às vezes com duas aberturas. 1 min
  20. Mandaçaia Melipona quadrifasciataQuatro listras amarelas no abdômen e um sol de barro na porta: uma Melipona rara. 1 min
  21. Uruçu-amarela Melipona monduryAmarela até nos pelos das pernas, com entrada de geoprópolis avermelhado em raios. 1 min
  22. Guaraipo Melipona bicolorPreta com a cabeça marcada de amarelo, entrada de barro perto do chão: muito mansa. 1 min
  23. Tubuna ou mandaguari Scaptotrigona bipunctataFunil de cera escura na porta e resina grudenta no cabelo: nativa, mas defensiva. 1 min
  24. Borá Tetragona clavipesSem tubo, abertura pequena com camadas de própolis: morde e enrola no cabelo nas horas quentes. 1 min
  25. Irapuá ou arapuá Trigona spinipesBola escura e dura de barro na forquilha, de 2 a 9 metros de altura: a nativa sem ferrão que mais incomoda quem sobe. 1 min
  26. Marimbondo-tatu Synoeca cyaneaNinho de papel ondulado preso na árvore e um chiado de aviso antes do ataque: uma das vespas mais agressivas do Brasil. 1 min
  27. Vespa de oco (Agelaia) Agelaia spp.Vespas saindo de um oco, sem ninho de papel à vista: o ninho está dentro, e o corte que abre o oco abre o ninho. 1 min
  28. Linha de arremesso: do braço ao ar comprimidoNo braço, um saco de meio quilo chega a galhos de 10 a 25 metros. Estilingue, ar comprimido, arco: alcance, técnica e as regras para ninguém se machucar. em produção
  29. Palmeiras: subir, limpar e sair vivo61 minutos para resgatar um podador preso na saia de uma palmeira. Por que se trabalha de cima para baixo, quando a espora entra, o que se corta e o que se amarra na imperial. em produção
5Técnicas de corte: poda, corte e supressão12 faixas · 11 no ar
  1. A máquina na sua mão8 horas de curso, 5 dispositivos e 1 manual: o mínimo da NR 12 antes de ligar uma motosserra, e como dar partida e abastecer sem risco. 6 min
  2. O reboteO freio dispara em 20 a 50 milissegundos; o seu reflexo, em 100 a 200. Por que o rebote chega antes de você e o que de fato o reduz. 6 min
  3. A roupa que trava a corrente40 por cento das lesões de motosserra são em pernas e pés. Como a calça anticorte para a corrente e como escolher a classe certa. 6 min
  4. Ferramentas de poda e de hasteA motopoda não é isolada: o fabricante pede 15 metros de qualquer rede energizada. Regras do podão, do serrote e da afiação da corrente. 5 min
  5. Antes de derrubarUm galho de até 45 quilos, preso na copa, matou um arborista certificado. A avaliação, a zona de queda e a rota de fuga. 6 min
  6. A boca e a dobradiçaA boca de 45 graus fecha no meio da queda; a de 70 a 90 só fecha perto do chão. Tipos de boca, dobradiça de 10 por 80 e o degrau. 6 min
  7. Boca de 45 ou boca aberta?O desenho brasileiro põe o corte de abate 10 centímetros acima da boca; o americano, no nível da quina. Os dois estão certos. O degrau, quando cada boca fecha e qual usar. em produção
  8. Abate, cunhas e o barber chairÁrvore inclinada a 45 graus, corte horizontal comum, tronco rachado na vertical. O furo, a tira de segurança e as cunhas. 6 min
  9. Árvore presaNo Alasca, cortar a árvore de apoio jogou a árvore presa na rota de fuga do operador. Os seis nuncas e como se solta. 5 min
  10. Desmonte em seçõesSerra presa no destopo, topo que volta, guindaste que tomba: quando e como desmontar em seções, e por que a peça que você corta é sua. 7 min
  11. Madeira no chãoGalho vergado guarda energia: cortes rasos no lado de dentro, a cada 1 a 1,5 diâmetro, e nunca dois operadores no mesmo galho. 6 min
  12. Triturador e destocadorDesligado, um triturador de tambor ainda gira cerca de 45 segundos. Quem salva é a barra de parada, e a distância até os rolos. 7 min
6Pragas e doenças71 faixas · em produção
  1. Diagnóstico e cupinsFolha amarela é o último elo do declínio. Diagnóstico e cupins, achados em 27,7 por cento das tipuanas de um levantamento. em produção
  2. BrocasLagarta na gema apical faz o cedro bifurcar; o bicudo mata a palmeira. Brocas de broto, galho e tronco: sinais e manejo. em produção
  3. Sugadores e fumaginaFumagina na folha denuncia inseto sugador. Cochonilhas, pulgões, psilídeos, percevejo-bronzeado e mosca-branca, e o manejo. em produção
  4. Lagartas, formigas e plantas parasitasErva-de-passarinho arrancada sem cortar o ramo rebrota. Lagartas, formigas cortadeiras, epífitas, trepadeiras e mata-pau. em produção
  5. Fungos, cancros e doenças de folhaPodridão de lenho não tem fungicida curativo; quase toda mancha de folha é estética. Podridões, cancros, murchas e doenças foliares. em produção
  6. Doenças de palmeirasAnel-vermelho mata a palmeira em semanas e não tem cura. Agente, sintomas e manejo das principais doenças de palmeiras. em produção
  7. Problemas abióticosFolha em taça pode ser herbicida, não praga. Seca, compactação, colo enterrado, sal, gás, nutrição e clima: sintoma e o que fazer. em produção
  8. Do sintoma à causaCopa amarela e rala? Comece pelo colo e pelo canteiro. Para cada sintoma, o que verificar primeiro e as causas mais prováveis. em produção
  9. Manejo integrado e regras legaisExtrapolar rótulo agrícola em árvore urbana é infração. Prevenção cultural, controle biológico, regras do agrotóxico e remoção. em produção
  10. Broca-do-olho ou bicudo-das-palmeiras Rhynchophorus palmarumFlecha que sai na mão com cheiro de fermentado: o besouro destrói o único ponto de crescimento da palmeira e espalha o anel-vermelho. em produção
  11. Bicudo-vermelho e broca-gigante Rhynchophorus ferrugineus e Paysandisia archonDevastaram palmeiras no Mediterrâneo e ameaçam coqueirais e açaizais: suspeita de bicudo-vermelho ou broca-gigante se notifica. em produção
  12. Lagarta-das-palmeiras Brassolis sophorae (e Opsiphanes invirae)Folha comida até virar espinha de peixe e cartuchos de seda pendurados: o controle é catar os ninhos de dia. em produção
  13. Ácaro-da-necrose do coqueiro Aceria guerreronisInvisível a olho nu, deixa manchas em triângulo sob a tampinha do coco e derruba frutos novos; na rua, o dano se tolera. em produção
  14. Broca-do-cedro ou broca-das-meliáceas Hypsipyla grandellaFura a ponteira de cedros jovens e deixa a árvore bifurcada para sempre; é o que inviabiliza plantios puros de cedro e mogno. em produção
  15. Broca-do-eucalipto Phoracantha semipunctata e P. recurvaGalerias sob a casca podem matar o eucalipto por anelamento; o ataque é sinal de árvore em estresse severo pela seca. em produção
  16. Percevejo-bronzeado do eucalipto Thaumastocoris peregrinusUm percevejo de 3 milímetros, detectado no Brasil em 2008, deixa a copa do eucalipto cor de ferrugem e a desfolha em surtos. em produção
  17. Psilídeo-de-concha do eucalipto Glycaspis brimblecombeiConchinhas de açúcar nas folhas, melado e fumagina: em surtos, a desfolha do eucalipto chega a 20 a 30 por cento. em produção
  18. Gorgulho-do-eucalipto Gonipterus platensis (complexo G. scutellatus)Recorta as folhas novas em meia-lua e deixa ponteiros chamuscados; uma vespinha que parasita os ovos faz o controle. em produção
  19. Vespa-da-madeira do pinus Sirex noctilio (+ fungo simbionte Amylostereum areolatum)A praga mais séria do pinus no Sul mata árvores em grupo com um fungo; há programa oficial de controle biológico. em produção
  20. Pulgão-gigante-do-pinus Cinara atlantica e C. pinivoraColônias escuras nos ponteiros de pinus e araucária atrasam mudas; nas árvores adultas, o dano é sobretudo estético. em produção
  21. Lagarta-da-araucária Dirphia araucariae (e geometrídeos associados)Lagarta urticante que pela os galhos da araucária; o risco maior é para quem passa sob a copa em escolas e praças. em produção
  22. Brocas-de-madeira Coleoptera xilófagos: Acanthoderes, Steirastoma, Trachyderes, Eburodacrys, Micrapate, Megaplatypus, Xylosandrus e outrosFuros e serragem na casca indicam árvore já estressada; broca em massa é sinal de fim de declínio, não caso para veneno. em produção
  23. Besouros-serradores Oncideres dejeani, O. saga, O. ulcerosa, O. impluviata e outrosGalhos no chão com corte circular perfeito: a fêmea anela o galho para pôr ovos, e catar os galhos caídos é o controle. em produção
  24. Brocas-das-eritrinas Terastia meticulosalis e Agathodes designalisBrocam ponteiros e enrolam folíolos de mulungu e corticeira; podando a brotação, deixam árvores jovens atrofiadas. em produção
  25. Vespa-da-galha-da-eritrina Quadrastichus erythrinaeGalhas como verrugas na brotação das eritrinas; dizimou árvores no Pacífico, já foi registrada no Brasil e pode matar. em produção
  26. Cupins Coptotermes gestroi, Heterotermes spp., Nasutitermes corniger e outrosTúneis de barro no colo e som oco: o cupim subterrâneo esvazia a árvore antes de a folhagem mostrar qualquer sinal. em produção
  27. Formigas-cortadeiras Atta spp. e Acromyrmex spp.Uma noite de corte pode matar a muda ou atrasá-la um ano: saúvas e quenquéns são o maior inimigo do plantio jovem. em produção
  28. Formigas-da-embaúba Azteca spp.Não são praga, defendem a embaúba e atacam em enxame quem escala: o problema é de segurança do trabalho, não da árvore. em produção
  29. Cochonilhas Coccoidea: Ceroplastes, Saissetia, Coccus, Pseudaonidia, Diaspididae, PseudococcidaeCasquinhas imóveis que não saem ao esfregar, com melado e fumagina; atacam 71 espécies do guia, dos ipês às palmeiras. em produção
  30. Pulgões (afídeos) Aphididae: Aphis, Toxoptera, Tinocallis (resedá), Tuberolachnus salignus (salgueiro) e outrosBrotação pegajosa e enrolada assusta, mas o dano é quase sempre estético: joaninhas e sirfídeos controlam em semanas. em produção
  31. Moscas-brancas Aleyrodidae: Aleurodicus cocois (cajueiro), Bemisia e Aleurothrixus spp.Uma nuvem branca ao sacudir o ramo, folhas melosas e fumagina; praga importante no cajueiro, tolerável na rua. em produção
  32. Psilídeo-dos-ipês Psyllidae associados a Handroanthus/TabebuiaCera branca e melado na brotação dos ipês em surtos sazonais; no ipê adulto, o dano é passageiro e estético. em produção
  33. Psilídeo-da-tipuana Platycorypha nigrivirgaChuva de melado que suja calçadas e carros na primavera; o surto incomoda, mas raramente ameaça a tipuana. em produção
  34. Psilídeo-da-goiabeira Triozoida limbataEnrola as folhas novas da goiabeira em canudo avermelhado e reduz brotação e frutos; dano moderado e cíclico. em produção
  35. Psilídeo-da-leucena Heteropsylla cubanaDeixa as pontas da leucena peladas em surtos; como a árvore é invasora, o interesse é de diagnóstico, não de tratamento. em produção
  36. Psilídeo-de-galha da aroeira-pimenteira Calophya spp. (C. terebinthifolii e afins)Covinhas nos folíolos da aroeira, dano só estético; nos Estados Unidos, o inseto é estudado para conter a aroeira invasora. em produção
  37. Psilídeos e galhas de brotação (diversos) Psylloidea (várias famílias e espécies, conforme o hospedeiro)Galhas e dobras nas brotações, quase sempre estéticas; achar o inseto dentro da folha separa de deriva de herbicida. em produção
  38. Tripes (tripes-do-fícus e outros) Gynaikothrips ficorum, G. uzeli e Thysanoptera diversosDobram as folhas novas das figueiras como pastel e ficam protegidos do spray; podar as folhas dobradas é o manejo. em produção
  39. Ácaros de folhagem (ácaro-rajado e outros) Tetranychus urticae, Oligonychus, Eriophyidae diversosFolhas mosqueadas e bronzeadas no calor seco; piretroides pioram o ataque ao matar os ácaros predadores. em produção
  40. Tigre-do-plátano Corythucha ciliataPrincipal praga urbana do plátano na Europa, ainda restrita no Brasil: ocorrência nova deve ser comunicada à defesa vegetal. em produção
  41. Lagartas desfolhadoras e minadoras Lepidoptera diversos: Thyrinteina arnobia, Molippa sabina, Geometridae, Pieridae, Oiketicus (bicho-cesto), minadores GracillariidaeÁrvore adulta rebrota até de desfolha total; atenção redobrada a lagartas urticantes perto de escolas e pontos de ônibus. em produção
  42. Besouros desfolhadores (besouro-amarelo e outros crisomelídeos) Costalimaita ferruginea (besouro-amarelo), Chrysomelidae e Scarabaeidae diversosFolha peneira depois das primeiras chuvas; o surto é curto, e na árvore adulta o dano é estético e passageiro. em produção
  43. Moscas-das-frutas (e drosófilas/vespas de frutos caídos) Anastrepha spp., Ceratitis capitata; secundariamente Drosophila e vespas em frutos fermentadosQuase não afeta a árvore; o passivo é a fruta bichada no chão, e recolher os frutos toda semana na safra é o essencial. em produção
  44. Broca-do-abacate (lagarta-do-fruto) Stenoma cateniferPrincipal praga do abacate no Brasil, leva boa parte da safra; na rua, recolher a frutada caída resolve o passivo. em produção
  45. Brocas, gorgulhos e carunchos de frutos e sementes Bruchinae (carunchos), Rhinochenus spp. (jatobá), Conotrachelus psidii (goiaba), Cydia araucariae (pinhão), Anacampsis phytomiella (castanha-de-caju) e outrosFurinhos redondos em sementes e vagens: a árvore não sofre, mas lotes inteiros de sementes para viveiro se perdem. em produção
  46. Anel-vermelho das palmeiras Bursaphelenchus cocophilus (vetor: Rhynchophorus palmarum)Um anel cor de tijolo no corte do estipe confirma a doença: não há cura, e a copa morre em 2 a 4 meses. em produção
  47. Amarelecimento letal das palmeiras Candidatus Phytoplasma palmae (vetor: cigarrinhas)Dizimou coqueirais no Caribe; no Brasil, qualquer suspeita deve ser notificada de imediato à defesa agropecuária. em produção
  48. Murcha-de-fitomonas ou podridão-seca Phytomonas staheli (protozoário tripanossomatídeo; vetor: percevejos Lincus spp.)Seca o coqueiro em semanas e imita o anel-vermelho; o corte do estipe sem anel colorido separa as duas doenças. em produção
  49. Podridões de palmeiras Ganoderma zonatum e afins, Thielaviopsis paradoxa, Phytophthora palmivoraOrelha-de-pau na base, som oco no estipe, flecha fétida: a palmeira não isola a podridão e pode cair de repente. em produção
  50. Lixas e queima-das-folhas do coqueiro Camarotella torrendiella (lixa-pequena), C. acrocomiae (lixa-grande), Lasiodiplodia theobromae (queima)Pontinhos ásperos como lixa e folíolos secando da ponta: raramente matam, mas deixam o coqueiro com cara de queimado. em produção
  51. Ferrugem-das-mirtáceas Austropuccinia psidiiPústulas cor de enxofre em brotos e frutos novos; surtos seguidos impedem goiabeira e jabuticabeira de renovar a copa. em produção
  52. Cancro-do-eucalipto Chrysoporthe cubensis (= Cryphonectria cubensis)Lesão escura e rachada na base do tronco que anela o eucalipto; cancro basal extenso é critério de risco de queda. em produção
  53. Armilariose Armillaria spp.Leque branco de micélio sob a casca do colo e cogumelos cor de mel: mata em grupos, tira a ancoragem e persiste no solo. em produção
  54. Fumagina Capnodium spp. e outros fungos capnodiáceosA fuligem preta vive do melado e não parasita a árvore; só some quando o inseto sugador é controlado. em produção
  55. Antracnose e podridões de frutos Colletotrichum spp. (Glomerella), Rhizopus em frutosManchas escuras afundadas e flor preta no tempo quente e chuvoso; derruba flores e frutos, mas raramente ameaça a árvore. em produção
  56. Antracnose-do-plátano Apiognomonia veneta (anamorfo Discula platani)Queima a brotação do plátano na primavera ao longo das nervuras; a árvore desfolha e rebrota, e raramente morre. em produção
  57. Oídio (míldio-pulverulento) Oidium spp., Erysiphe spp.Pó branco como talco nas folhas novas; na árvore adulta é estético, mas na floração da mangueira pode causar perdas reais. em produção
  58. Crosta-marrom dos ipês (mancha-parda) Apiosphaeria guaraniticaCrostas cor de ferrugem sob as folhas e desfolha no meio do ano; o ipê rebrota, e na rua fungicida não se justifica. em produção
  59. Ferrugens diversas (fora das mirtáceas) Melampsora spp. (salgueiro), Phakopsora, Cerotelium fici, Prospodium (ipês/bignoniáceas) e outrasPústulas que soltam pó cor de ferrugem e mancham o dedo; desfolha sazonal que raramente decide a vida da árvore adulta. em produção
  60. Manchas foliares fúngicas (complexo) e verrugoses Cercospora, Pseudocercospora, Phyllosticta, Alternaria, Pestalotiopsis, Phyllachora (mancha-de-alcatrão), Sphaceloma (verrugose)Comuns e superestimadas, as manchas foliares quase nunca matam; mas manchas severas ano após ano indicam vigor baixo. em produção
  61. Fungos apodrecedores de lenho (Ganoderma, Phellinus e orelhas-de-pau) Ganoderma australe/applanatum, Phellinus/Fomitiporia, Inonotus, Rigidoporus, Laetiporus, Pycnoporus e outros basidiomicetos; inclui fungos manchadores de lenho (mancha-azulada)Principal causa biótica de queda de árvores urbanas; Ganoderma ou Phellinus no colo, com alvo relevante, é critério de remoção. em produção
  62. Podridões de raiz e colo (Phytophthora e fungos de solo) e tombamento de mudas Phytophthora cinnamomi e spp., Cylindrocladium, Rosellinia, Fusarium, Rhizoctonia, Pythium (damping-off)A copa definha, mas a causa está na raiz e no solo encharcado; raiz podre é ancoragem perdida e risco de tombamento. em produção
  63. Gomoses e resinoses (exsudações de tronco) Lasiodiplodia theobromae, Thielaviopsis paradoxa (palmeiras), Phytophthora spp., BotryosphaeriaceaeGoma sobre casca morta indica cancro e quase sempre estresse; na palmeira, a resinose pode terminar em tombamento. em produção
  64. Seca-da-mangueira (murcha de Ceratocystis) Ceratocystis fimbriata + besouro Hypocryphalus mangiferaeMurcha letal e contagiosa que eliminou alamedas em São Paulo; espalha-se por besouro e ferramenta, e árvore tomada sai. em produção
  65. Cancro-colorido do plátano (quarentenário, não registrado no Brasil) Ceratocystis plataniAusente do Brasil e letal ao plátano: espalha-se por ferramenta de poda, e qualquer suspeita deve ser notificada. em produção
  66. Morte-descendente e seca de ponteiros (dieback) Lasiodiplodia theobromae, Botryosphaeria/Neofusicoccum, Phomopsis; gatilho abiótico (seca, poda drástica)Seca de cima para baixo, ano a ano, depois de estresse; nenhum fungicida reverte o declínio, a resposta é cultural. em produção
  67. Nematoide-das-galhas da goiabeira (declínio-da-goiabeira) Meloidogyne enterolobii (= M. mayaguensis), em sinergia com FusariumGalhas em rosário nas raízes e morte da goiabeira em 1 a 3 anos; sem cura, a defesa é muda sadia e porta-enxerto resistente. em produção
  68. Deficiências nutricionais e cloroses Distúrbio abiótico (não é organismo)Cor simétrica na copa aponta para falta de nutriente, não para praga; e na grevílea o problema é o excesso de fósforo. em produção
  69. Danos por fauna Sapajus nigritus e outros vertebradosMacaco-prego descasca o pinus para lamber a seiva e mata o topo; é fauna nativa protegida, não praga a controlar. em produção
  70. Espécies rústicas, sem pragas específicas relevantes Não se aplica (registro de ausência)Espécies sem pragas registradas: o declínio costuma ser abiótico, e nas invasoras a falta de inimigos favorece a invasão. em produção
  71. Erva-de-passarinho Struthanthus spp., Tripodanthus acutifolius, Psittacanthus spp., Phoradendron spp.Hemiparasita que seca galho a galho e pode matar a árvore; arrancar só a parte de fora não resolve, porque ela rebrota. em produção
7Avaliação de risco9 faixas · em produção
  1. O que é risco e a referência da ISASão Paulo registrou 7.034 quedas de árvores em quatro anos. O que é risco para a ISA e a ABNT, e como funciona o sistema TRAQ. em produção
  2. A norma brasileira e o método VTAParede sã de pelo menos 0,3 do raio: a regra de Mattheck, o método VTA e os três níveis da ABNT NBR 16246, parte 3. em produção
  3. O método QTRA e os três níveis de avaliaçãoRisco de um em dez mil por ano já é, em geral, inaceitável. Como o QTRA calcula isso e quando usar cada nível de avaliação. em produção
  4. A matriz de riscoSó uma combinação chega a risco extremo. Como cruzar falha, impacto e consequência nas duas matrizes da ISA e da ABNT. em produção
  5. Defeitos de copa e galhosBrotos sobre cortes grandes falham depois de 10 a 20 anos. Os seis defeitos de copa, da casca inclusa à cauda-de-leão. em produção
  6. Defeitos do tronco84,3 por cento de 1.109 tipuanas de São Paulo tinham deterioração interna. Como ler ocos, fungos, cupins e deformações no tronco. em produção
  7. Colo, raízes e ferramentas de diagnósticoEm Curitiba, a maioria das quedas é por ruptura na raiz. Os sinais de alerta no colo e o que cada ferramenta de diagnóstico mede. em produção
  8. Espécies que mais falham, fatores urbanos e mitigaçãoTipuana, sibipiruna, ficus, eucalipto: como cada espécie falha, o que agrava o risco na cidade e as sete medidas de mitigação. em produção
  9. Checklist de campo e responsabilidade civilDefeito detectável e não inspecionado afasta a força maior. O checklist de nível 2 e o que documentar para se proteger. em produção
8Plantio9 faixas · em produção
  1. Princípios do plantioNenhuma espécie acima de 10 por cento da população: a regra dez, vinte, trinta e os outros princípios de toda decisão de plantio. em produção
  2. Calçada e rede elétricaAbaixo de 1,90 metro de calçada, São Paulo não planta. As larguras mínimas de cada manual e o limite que a rede elétrica impõe. em produção
  3. Distâncias e entornoDa esquina, de 2 a 9 metros, conforme a fonte. As distâncias mínimas a postes, garagens, redes e entre árvores, cidade por cidade. em produção
  4. Cova, canteiro e mudaCova funda demais afunda o colo. Dimensões de cova e canteiro, correção de solo e o padrão de muda exigido em cada manual. em produção
  5. Técnica de plantio e conduçãoRoçadeira anela muda e tutor cravado depois fura raiz. Época, tutor, amarrio, colo e a poda dos três a cinco primeiros anos. em produção
  6. Espécies de porte pequeno e médioA extremosa já passa de 10 por cento num bairro de Curitiba. As alternativas de porte pequeno, sob rede, e de porte médio. em produção
  7. Porte grande e espécies a evitarA murta tem plantio proibido no Paraná desde 2008. As 21 linhas de espécies de porte grande e as que devem ser evitadas. em produção
  8. Replantio e situações especiaisMorreu duas vezes no mesmo ponto? Investigue antes de replantar. Substituição, estacionamentos, praças, canteiros e áreas rurais. em produção
  9. Monitoramento e inventárioMuda nova: monitoramento trimestral no primeiro ano. O que a ficha de inventário registra, as variáveis de Curitiba e o SISGAU. em produção
9Legislação11 faixas · em produção
  1. A árvore urbana e o Código FlorestalRio com menos de 10 metros de largura: 30 metros de APP, inclusive na cidade. A árvore como bem público e as três camadas da lei. em produção
  2. Crimes ambientais e infrações administrativasCortar árvore em APP sem permissão: detenção de 1 a 3 anos. Os crimes da Lei 9.605 de 1998, a Lei 15.299 de 2025 e as multas. em produção
  3. Mata Atlântica e outras normas federaisEm área urbana, vegetação primária de Mata Atlântica não pode ser suprimida. A Lei 11.428 de 2006, seu decreto e outras normas. em produção
  4. Lista nacional de espécies ameaçadasAraucária Em Perigo, juçara Vulnerável: o que as Portarias MMA 443 de 2014 e 148 de 2022 proíbem e o efeito na poda e no corte. em produção
  5. Espécies-símbolo e imunidade de corte, parte 1O pau-brasil é árvore nacional, mas sem imunidade de corte; o pequi, em Minas, é imune. O que cada norma realmente proíbe. em produção
  6. Espécies-símbolo e imunidade de corte, parte 2Em São Paulo, o Decreto 30.443 de 1989 lista árvores imunes por endereço. Jequitibá, aroeira, corte restrito e árvores tombadas. em produção
  7. Legislação estadual e o padrão municipalO morador não pode podar a árvore da calçada. O panorama das normas estaduais e o esqueleto de seis pontos das leis municipais. em produção
  8. Leis municipais: São Paulo e outras capitaisQueimar, envenenar ou anelar árvore em São Paulo: de 4 mil a 40 mil reais por espécime. As regras de São Paulo e de outras capitais. em produção
  9. Rede elétrica e espécies invasorasRede compacta não deve ser presumida isolada. Quem poda sob a rede, a NR 10, a quem recorrer e as listas de espécies invasoras. em produção
  10. Responsabilidade do arborista e do profissionalEmpresa de poda responde objetivamente pelo artigo 927 do Código Civil. Quem assina laudo, o que documentar e as NRs de segurança. em produção
  11. Procedimento prático: podar ou cortar esta árvoreGuarde laudo, ART e protocolo por cinco anos. Os seis passos para decidir, pedir, compensar, executar e destinar resíduos. em produção
•Encerramento1 faixa · em produção
  1. Encerramento e próximos passosComo continuar estudando e usar o ARBOO no dia a dia do serviço. em produção
OitiToque em ouvir para começar